Em momentos de crise e desperança às vezes é preciso ter sensibilidade para buscarmos um lampejo de beleza no mundo.
Este lampejo encontrei em Kafka e a boneca viajante, do espanhol Jordi Sierra i Fabra. Trata-se da belíssima história que Franz Kafka teria vivenciado em meados de 1923 para acalmar uma menina que perdera sua boneca na praça de Steglitz.
Fiquei emocionada com a sensibilidade do escritor e seu esforço imenso para que a menina não ficasse triste com essa perda. Para isso Kafka se fez de carteiro de bonecas, levando a correspondência da boneca, que viaja ao redor do mundo e envia notícias à sua dona.
Em meio a uma Alemanha destroçada pela Primeira Guerra Mundial ainda existe um escritor, que muito doente e próximo do seu fim, se mostra sensível à dor de uma menina e imagina uma forma de consolá-la e auxiliá-la a ser uma adulta feliz.
Um gesto assim realmente poderia ter vindo de uma pessoa como Franz Kafka, com sua peculiar relação com o mundo. Um gesto que pode nos inspirar a sermos mais sensíveis diante dos sentimentos do próximo...
Este lampejo encontrei em Kafka e a boneca viajante, do espanhol Jordi Sierra i Fabra. Trata-se da belíssima história que Franz Kafka teria vivenciado em meados de 1923 para acalmar uma menina que perdera sua boneca na praça de Steglitz.
Fiquei emocionada com a sensibilidade do escritor e seu esforço imenso para que a menina não ficasse triste com essa perda. Para isso Kafka se fez de carteiro de bonecas, levando a correspondência da boneca, que viaja ao redor do mundo e envia notícias à sua dona.
Em meio a uma Alemanha destroçada pela Primeira Guerra Mundial ainda existe um escritor, que muito doente e próximo do seu fim, se mostra sensível à dor de uma menina e imagina uma forma de consolá-la e auxiliá-la a ser uma adulta feliz.
Um gesto assim realmente poderia ter vindo de uma pessoa como Franz Kafka, com sua peculiar relação com o mundo. Um gesto que pode nos inspirar a sermos mais sensíveis diante dos sentimentos do próximo...

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