O COLE se mostrou uma experiência ao mesmo tempo animadora e decepcionante, pelos aspectos que citei em posts anteriores.
Acho que a marca mais forte que levarei deste evento foi a fala do escritor Ignácio de Loyola Brandão, que nos contou sobre sua formação e as professoras e professores marcantes em sua trajetória.
Mais do que fazer uma apologia da educação e do quanto ela pode fazer pela valorização da leitura, ele destacou a sensibilidade e a intuição como elementos interessantes para educadores e educandos. Educar não é apenas uma questão de seguir receitas e descobrir a melhor forma de aprender, mas usar da sensibilidade e da intuição para despertar a sensibilidade dos educandos.
Penso que uma questão crucial na formação do indivíduo é a de sua sensibilidade, que deve ser despertada e refinada, para que ele consiga perceber melhor a si mesmo no mundo e em relação ao outro, mostrando-se sensível aos seus sentimentos e necessidades.
Se a escola foi escolhida como espaço privilegiado da formação do ser humano, deveria existir um esforço sincero para zelar pela sensibilidade dos alunos. E uma forma privilegiada para isso se dá pela arte, como literatura.
A maravilha da leitura se dá pela literatura, que nos leva a outros lugares e nos coloca na pele de outros sujeitos, auxiliando-nos a compreender o sempre complexo ser humano. A leitura vale a pena por tudo isso e ter uma sensibilidade aguçada nos ajuda a perceber as belezas deste mundo, procurando alcançar sua profundidade.
Acho que a marca mais forte que levarei deste evento foi a fala do escritor Ignácio de Loyola Brandão, que nos contou sobre sua formação e as professoras e professores marcantes em sua trajetória.
Mais do que fazer uma apologia da educação e do quanto ela pode fazer pela valorização da leitura, ele destacou a sensibilidade e a intuição como elementos interessantes para educadores e educandos. Educar não é apenas uma questão de seguir receitas e descobrir a melhor forma de aprender, mas usar da sensibilidade e da intuição para despertar a sensibilidade dos educandos.
Penso que uma questão crucial na formação do indivíduo é a de sua sensibilidade, que deve ser despertada e refinada, para que ele consiga perceber melhor a si mesmo no mundo e em relação ao outro, mostrando-se sensível aos seus sentimentos e necessidades.
Se a escola foi escolhida como espaço privilegiado da formação do ser humano, deveria existir um esforço sincero para zelar pela sensibilidade dos alunos. E uma forma privilegiada para isso se dá pela arte, como literatura.
A maravilha da leitura se dá pela literatura, que nos leva a outros lugares e nos coloca na pele de outros sujeitos, auxiliando-nos a compreender o sempre complexo ser humano. A leitura vale a pena por tudo isso e ter uma sensibilidade aguçada nos ajuda a perceber as belezas deste mundo, procurando alcançar sua profundidade.

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