Devo estar ficando muito chata, só sei falar de criança e escola, mas, infelizmente, são dois assuntos que muito me intrigam e aí fico pensando...
Pois agora voltaram as aulas na maioria das escolas! O trânsito virou um inferno nos horários de entrada e saída e é incrível como todo mundo acha normal a escola (des)regular assim as nossas vidas.
Mas o mais legal é que volta às aulas é quase como um supermercado: chovem anúncios de escolas querendo oferecer o ensino da forma como os pais o desejam, no sabor e na medida exatos! E você percorre as prateleiras e escolhe a proposta pedagógica mais bonitinha, atraente e charmosinha. As escolas particulares querem ganhar o seu e chamam a atenção dos pais com os pacotes mais variados e coloridos. E são tantas propostas lindas: formar para ser gente, para ser cidadão, ter consciência ambiental, ser um executivo bem-sucedido e realizado... Não há fim para tantas palavras requintadas. Mas para que tudo isso? Para o bem das crianças no futuro (por sinal, cada vez mais incerto para nós mesmos...). Alguém vai ensinar a criança a curtir a infância, a brincar até se cansar? Talvez, mas o mais importante é ela virar alguém na vida. Que importam a imaginação e a sensibilidade? Não, criança tem que passar no vestibular, falar 500 línguas... E ser bem-sucedida, talvez gerenciando um conglomerado educacional de bonitos outdoors na rua, anunciando um ensino "do futuro". Assim ela será bem-sucedida, ganhando bastante dinheiro às custas de uma crença na escola... Bonito futuro, não?
Pois agora voltaram as aulas na maioria das escolas! O trânsito virou um inferno nos horários de entrada e saída e é incrível como todo mundo acha normal a escola (des)regular assim as nossas vidas.
Mas o mais legal é que volta às aulas é quase como um supermercado: chovem anúncios de escolas querendo oferecer o ensino da forma como os pais o desejam, no sabor e na medida exatos! E você percorre as prateleiras e escolhe a proposta pedagógica mais bonitinha, atraente e charmosinha. As escolas particulares querem ganhar o seu e chamam a atenção dos pais com os pacotes mais variados e coloridos. E são tantas propostas lindas: formar para ser gente, para ser cidadão, ter consciência ambiental, ser um executivo bem-sucedido e realizado... Não há fim para tantas palavras requintadas. Mas para que tudo isso? Para o bem das crianças no futuro (por sinal, cada vez mais incerto para nós mesmos...). Alguém vai ensinar a criança a curtir a infância, a brincar até se cansar? Talvez, mas o mais importante é ela virar alguém na vida. Que importam a imaginação e a sensibilidade? Não, criança tem que passar no vestibular, falar 500 línguas... E ser bem-sucedida, talvez gerenciando um conglomerado educacional de bonitos outdoors na rua, anunciando um ensino "do futuro". Assim ela será bem-sucedida, ganhando bastante dinheiro às custas de uma crença na escola... Bonito futuro, não?

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