Eu adoro colocar coisas meiguinhas, floridas e coloridas no meu blog aqui, mas ultimamente fui tomada por uma síndrome do descontetamento e fico aqui expressando minha indignação com algumas coisas que vejo no dia-a-dia. Estou muito longe de falar de tragédias, violências e outros tantos assuntos mais terríveis, que invadem os telejornais e nossas vidas. Certamente não me sinto confortável com tantas injustiças e agressões que acontecem diariamente e expresso aqui meu repúdio a tudo isso, acreditando que o diálogo e a convivência são os caminhos para uma humanidade mais unida, mas não é só com isso que fico indignada.
Fico indignada com coisas que parecem pequenas e são elas que acabam desencadeando as grandes tragédias e injustiças. As pessoas ficam achando muita coisa "normal", que na realidade não é e nunca será.
Uma dessas coisas que muito me descontenta é o tal do nivelamento por baixo. Termo meio esquisito e coloquial, mas que expressa bem o que vem acontecendo com as pessoas, inclusive nós aqui...
Nivelar por baixo seria estabelecer que a média geral é baixa, que se todo mundo gosta ou consegue alcançar alguma coisa, é só até o nível mais baixo. Na escola isso acontece quando o professor só ensina o mínimo que até os "mais fracos" vão alcançar, sem desafiá-los a atingir objetivos mais elevados, deixando todo mundo no mínimo necessário.
E isso acontece também nos locais públicos, quando não sei que raio de gerente ou dono de loja nivela os consumidores de sua loja achando que todo mundo que compra nessas ditas "populares", curte um pagodão bem alto, pra estourar qualquer tímpano. Além de poluir o ambiente, a gente corre o sério risco de ficar surdo com a barulheira. E por aí vai o desrespeito ao consumidor, que todos acham que gosta de ser otário...
Nem todos curtem pagodão na sua loja no último volume, sabia? E nem todos curtem lojinhas bagunçadas e sujas, ou barraquinhas que vendem comida sem nem terem água corrente para manterem a higiene do local...
E nem todos gostam de andar num ônibus ou numa calçada repletos de chicletes e sujeirinhas que as pessoas acham que não fazem mal, mas que, além de estragarem nossos calçados e nosso dia, tão deixando esse mundinho um lugar insuportável de se viver. Depois a galera se diz preocupada com aquecimento global, com o meio ambiente. Não vai restar nem meio ambiente desse jeito...
Fico indignada com coisas que parecem pequenas e são elas que acabam desencadeando as grandes tragédias e injustiças. As pessoas ficam achando muita coisa "normal", que na realidade não é e nunca será.
Uma dessas coisas que muito me descontenta é o tal do nivelamento por baixo. Termo meio esquisito e coloquial, mas que expressa bem o que vem acontecendo com as pessoas, inclusive nós aqui...
Nivelar por baixo seria estabelecer que a média geral é baixa, que se todo mundo gosta ou consegue alcançar alguma coisa, é só até o nível mais baixo. Na escola isso acontece quando o professor só ensina o mínimo que até os "mais fracos" vão alcançar, sem desafiá-los a atingir objetivos mais elevados, deixando todo mundo no mínimo necessário.
E isso acontece também nos locais públicos, quando não sei que raio de gerente ou dono de loja nivela os consumidores de sua loja achando que todo mundo que compra nessas ditas "populares", curte um pagodão bem alto, pra estourar qualquer tímpano. Além de poluir o ambiente, a gente corre o sério risco de ficar surdo com a barulheira. E por aí vai o desrespeito ao consumidor, que todos acham que gosta de ser otário...
Nem todos curtem pagodão na sua loja no último volume, sabia? E nem todos curtem lojinhas bagunçadas e sujas, ou barraquinhas que vendem comida sem nem terem água corrente para manterem a higiene do local...
E nem todos gostam de andar num ônibus ou numa calçada repletos de chicletes e sujeirinhas que as pessoas acham que não fazem mal, mas que, além de estragarem nossos calçados e nosso dia, tão deixando esse mundinho um lugar insuportável de se viver. Depois a galera se diz preocupada com aquecimento global, com o meio ambiente. Não vai restar nem meio ambiente desse jeito...

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